Dês de os primórdios
Dês de outros tempos
Dês de amores e ódios
Deus é encarregado dos ventos
Pelos homens que se isentam
Da compreensão do natural
De pensar e libertar,abrir mão
Que chover não é bem nem mau
Culpa? Não é culpa dos seus
Mas não importa, mesmo assim
Não vindo da mão de Deus
Fazem preces aos céus,
em momentos afins
O que se aplica nos tempos modernos
Á homens encontrados, perdidos
Homens eternos, homens de terno
Que dentro da óca com cabeça oca
Ás varias moscas abre a boca
Por onde ensina seus filhos, os mirim
Que mesmo existindo lógica
A fé é só isso, é simples assim
Verdade é ilusão, só questão de ótica
A ignorância é dom, de uma vida ótima
Ensinam a esses seus filhos
Sobre o sol,chuva;Mão de Deus
Até aos índios do exílio, e seus inimigos
Que quando o céu em nuvens fechar
Não se deve pensar,achar...
E sim, somente clamar...
A um criando de qualquer lugar
Que os ventos mudem que sopre o ar
E que a seca venha, a nos abençoar
Dês de outros tempos
Dês de amores e ódios
Deus é encarregado dos ventos
Pelos homens que se isentam
Da compreensão do natural
De pensar e libertar,abrir mão
Que chover não é bem nem mau
Culpa? Não é culpa dos seus
Mas não importa, mesmo assim
Não vindo da mão de Deus
Fazem preces aos céus,
em momentos afins
O que se aplica nos tempos modernos
Á homens encontrados, perdidos
Homens eternos, homens de terno
Que dentro da óca com cabeça oca
Ás varias moscas abre a boca
Por onde ensina seus filhos, os mirim
Que mesmo existindo lógica
A fé é só isso, é simples assim
Verdade é ilusão, só questão de ótica
A ignorância é dom, de uma vida ótima
Ensinam a esses seus filhos
Sobre o sol,chuva;Mão de Deus
Até aos índios do exílio, e seus inimigos
Que quando o céu em nuvens fechar
Não se deve pensar,achar...
E sim, somente clamar...
A um criando de qualquer lugar
Que os ventos mudem que sopre o ar
E que a seca venha, a nos abençoar

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