domingo, 20 de maio de 2012

Minha musa pude ver. Minha fria, máquina de escrever.


Sou quase tudo e nada em mim
Eu sou um simples homem
Muitos também são assim
São muito, pouco e além
Tenho paixões também;
Mulheres,bebida,notas de cem
Surpresas sim, faltam a mim
Mas o inesperado surge assim
Despreparado, desmontado, enfim:

Tive uma charmosa surpresa
Na manhã de poucas certezas
Conectado automaticamente
Uma rede leitora de mentes
A um mundo em potencial
De introversão, do Irreal
Exílio do físico, do digital
Lar totalmente fechado
Bem ou mal... Amado

Fui buscar uma mulher
Que em minha mente
Quase que inconsciente
Essa senhora mal sabia
Que eu já á via como amiga
Na minha frágil fantasia
Uma amante em demasia.
Mas uma amante de quem?
Amante já de outrem.

Milhares quem sabe
Homens dos quais faz-se
Tão ou mais frágil que eu
Inábil quem sabe, como eu
Escritores, mentores,leitores,
Criadores, autores, atores
Desses e de outrem
Seres que viam além.
Monstros e anjos também.

Dos que os olhos e a alma
Sentem e vêem de forma ágil
Tudo que os torneia, nada que interna
O todo e o praticamente nada: Homem inábil.
Que frágil vai tocá-la não como nunca se tocou
Nem tanto ou menos do que aquele que á amou
Mas lhe faço juras sendo essa vil criatura que sou
De pensar ante a ti, tudo aquilo que já se pensou
Viver um amor indiferente, desses que já ouviu

Viver uma amor vil...Desses que já se viu.

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