É beleza que se enalta
Em mais uma noite alta
Com produto de boa safra
Em busca da arisca calma
As estrelas se mostram nuas
Como diz na canção: Nas ruas
Resta-me então -Suficiente- a Lua
É tua, é musa de diários, sem dono,
E é dona de me arrancar até sono
Charme astronômico, incerteza crua
Em mais uma noite alta
Com produto de boa safra
Em busca da arisca calma
As estrelas se mostram nuas
Como diz na canção: Nas ruas
Resta-me então -Suficiente- a Lua
É tua, é musa de diários, sem dono,
E é dona de me arrancar até sono
Charme astronômico, incerteza crua
Essa senhora não se entrega a mim
Depois de alguns largos, goles e tragos
É dama, que não se entrega também
Fito a lua e faço mais alguns traços
Alguns mais, dos rabiscos escritos
É tentativa em frustro de ir além
Descritos de sentimentos doridos
Sentidos não por mim -por outrem-
Sentimentos vivos, e mal vividos
Sem limites e sem linhas também
Depois de alguns largos, goles e tragos
É dama, que não se entrega também
Fito a lua e faço mais alguns traços
Alguns mais, dos rabiscos escritos
É tentativa em frustro de ir além
Descritos de sentimentos doridos
Sentidos não por mim -por outrem-
Sentimentos vivos, e mal vividos
Sem limites e sem linhas também
Resta ainda vista uma angustia rítmica
Já da imensidão que os olhos não vêem
Não vejo além; Só, inda vestida e tímida
Descrita nos livros que os homens lêem
Num vestido todo de nuvens ainda nítida
Uma senhora que não se deixa inda intimidar
Que faz do sonhador apaixonado uma vitima
Das próprias fitadas do alterado biológico olhar
Inda a se inspirar... Invejar
O teu brilho dependente
Já da imensidão que os olhos não vêem
Não vejo além; Só, inda vestida e tímida
Descrita nos livros que os homens lêem
Num vestido todo de nuvens ainda nítida
Uma senhora que não se deixa inda intimidar
Que faz do sonhador apaixonado uma vitima
Das próprias fitadas do alterado biológico olhar
Inda a se inspirar... Invejar
O teu brilho dependente

Nenhum comentário:
Postar um comentário