Existir, tendo ciência de sua pequenez
Que o controla de dentro
E há vontade dela ser inerente
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Me de caneta qualquer, de uma pena qualquer... E alguns bons goles de um encorpado vinho, ou de bom rum... E descrevo a você os segredos dos homens e mulheres, um a um
Tuas palavras sempre me deixam sem folego, com o cérebro pegando fogo.
ResponderExcluirParabéns!