quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Comum

Sentar sob um pedaço de concreto e refletir
ver as coisas mudarem,pessoas a sorrir
choros ecoam tão próximos aos meus ouvidos
lágrimas fogem dos olhos sofridos
comum

passo por homens,mulheres que muito desconheço
alguns trazem fracasso nos olhos,outras o preço
mentiras são contadas diariamente
verdades são enviadas por preferencia sem remetente

intende cartas da vida,digo historias de vidas
algo em comum entre pessoas nobres e sofridas?
sei que há ódio regando diariamente
a mente de quem sente na pele a impunidade

injustiça vejo de monte em montes com mansões
deficiências sociais elevando decepções
contradições em minha mente me leva a reflexão
tentativa tão comum pra buscar compreensão

alguns querem fazer outros já esperar
na mão num vai cair,perde por reclamar
um rap pra ouvir,também para pensar
te fazer reagir,seu ego inflar

é um presente meu dado pra mim,feliz estou
e num importa se o clima é como no sertão ou em moscou
vivo intensamente,atenciosamente,
empolgado com a arte fruto da minha mente

menina envolvente,carente,inteligente
preço inestimável,incomum, diferente
agente sente do dedão até o ultimo fio
o valor e a energia que nunca para como a de um rio

o fluxo é livre pra tomar o rumo de casa
na busca incessante ao paraíso plaza
o que digo em poucas linhas
vale mais do que mil palavras
pra expressar a felicidade da minha vidinha

que era simples,agora só tende a mudar
as coisas novas darão um novo rumo à caminhar
uma mão pra segurar uma boca para me beijar
um amor pa mim contar,um abraço a me esperar

as dificuldade decepar com a minha katana
sei que não é fácil mas,pior é se esconder em sua cama
não me desgasto mais com coisas previsíveis
vou mudar antes que os defeitos fiquem visíveis

não uso uma mascara pra cada ser
as vezes é necessário se reinventar,pra reviver
vou seguir tranquilo,confiante no fronte
preparado pra batalha da expansão dos meus horizontes

Pedro G.

Nenhum comentário:

Postar um comentário