Por muito nada escrevo de vivo
escrever até sem vida tornou-se turvo
nas faltas de inspiração perdi meu abrigo
algo me ocorreu como um sorrateiro furto
Antes belas falas eram algo impulsivo...
Hoje imagino penso porém, não consigo
minha caneta não mais incessantemente sangra
um sentimento á estancou
para a folha parda de uma idéia mais branca
nada mudou em cores ou perfumes
Não pode sequer, ser mais franca
A ferida maravilhosa se curou
não se tornam mais rubras como rosas
essas folhas sequer com perfume estão
As rosas brotavam de mim
de cada folha tocada com o rubro sangue
que dava perfume as folhas assim,
com essa ferida necessária...
para dar ao silencio mais que seu próprio som
escrevia em suave ou mais grave tom
Gozava então em cada ponto, em cada fim
gozava de um poder que fluía em mim
Sentia sentimento chegando a cada tocante tom
O Amor por fim,esvaiu-se em sangue de mim
o amor roubou-me o dom
ou o estancou, então?
O tom
O Perfume e o som
O amor roubou-me o dom
O Ser poeta roubou
e deu tudo que á de bom
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Esse cara é um gênio! seus poemas fluem bem, não são cansativos de se ler e dá vontade de pegar a neguinha desdentada da esquina pra recitar pra ela! Eu admiro o seu talento e sou seu seguidor!
ResponderExcluirHail tio Ozzy!!!